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MARÇO 2009
Participação do IPNI Brasil em estudo sobre avaliação do P disponível do solo
 Examinadores e acadêmico. Da esquerda para a direita: Dr. Luís R. F. Alleoni, ESALQ-USP; Dr. Prochnow, IPNI; Rodrigo C. Silva e Dr. Dirceu Maximino, UNESP. |  | Dr. Luís I. Prochnow, diretor do Programa IPNI Brasil, participou como orientador do acadêmico Rodrigo C. Silva em defesa de tese relacionada à utilização de metodologias de avaliação do fósforo (P) disponível em solos que receberam gesso agrícola. Rodrigo teve oportunidade de explicar que taxas elevadas de gesso agrícola aplicadas aos solos podem interferir na avaliação do P pelas metodologias contendo bicarbonato, por deprimir o seu real potencial para oferecer P às plantas. Os resultados da pesquisa são importantes para áreas que recebem doses muito elevadas de fosfogesso ou em áreas naturais que contêm grandes quantidades de gesso. "É sempre um prazer observar que o IPNI Brasil pode auxiliar no desenvolvimento de pesquisa útil e prática", disse Dr. Prochnow. "Esta tese apresenta dados interessantes que sugerem cautela quando na utilização de alguns métodos para avaliar P no solo." |
Artigo sobre resina trocadora de íons na avaliação da disponibilidade de P do solo é publicado na revista Better Crops
Artigo resumindo as vantagens e o uso da resina de troca iônica como um método viável para avaliar o P disponível do solo, escrito por pesquisadores brasileiros, foi publicado no último número da revista Better Crops with Plant Food (n. 1, 2009). Veja o link abaixo.
O resumo menciona que a análise de solo representa uma ferramenta importante para a agricultura moderna. É a ligação entre uma notável quantidade de pesquisas e a possibilidade de resolver muitos problemas de nutrição de plantas em locais específicos. Para ser eficaz, a análise de solo deve oferecer uma avaliação adequada da biodisponibilidade dos nutrientes no solo. Neste trabalho, dados de pesquisa são utilizados para demonstrar que o processo da resina de troca iônica pode ser superior a outros métodos amplamente utilizados para determinar P na rotina de análise de solo. "No Brasil, a resina de troca iônica tem sido utilizada desde 1983 e cerca de 100 laboratórios têm adotado o método", explica Dr. Prochnow. "Acredita-se que este método também possa ser uma alternativa muito adequada para outras áreas do mundo." |
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